Samaritanos Penha
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Boa Noite - Quarta-feira, 20 de maio de 2026

 
Samaritanos Penha
 
Amor, ódio, tristeza, alegria, solidão, raiva, angustia, frustração ansiedade, paixão .......e tantos outros....
Nossos sentimentos são muitos e, as vezes, tão confusos que nos perdemos. Mas quais são os mais importantes ?
Todos são extremamente importantes, pois somos seres humanos e os sentimentos; precisamos apenas aprender a trabalhar com eles.
Precisamos viver cada minuto com a certeza que este minuto, não voltará nunca mais. Cada momento deve ser valorizado por ser único e bem aproveitado. Devemos sentir e trabalhar nossos sentimentos como eles nos surgem e de alguma forma não despreza – los.
Muitas vezes a tristeza nos sufoca e parece que vamos explodir, outras vezes, a alegria nos invade e, não temos com quem dividi-las.
É sempre bom partilhar nossos sentimentos, sejam eles de alegria ou tristeza, pois precisamos de carinho e apoio das pessoas. Precisamos todos um do outro, trocando experiências e vivências.
Hoje em dia, a correria pela sobrevivência, não nos permite ver que ao nosso lado as pessoas estão precisando de uma palavra, um gesto, um carinho.
Nós, voluntários do Samaritanos Penha, nos unimos com a intenção de dar a essas pessoas que precisam partilhar seus sentimentos, um pouco de atenção, carinho e respeito.
Sabemos que todos estão sempre ocupados e sem ninguém para ouvi - luz e por isso, estamos disponíveis para dividir suas emoções quando vocês precisarem. Teremos um grande prazer em partilhar esses momentos com vocês.
Liguem quando quiserem ou venham nos conhecer e participar de nossos cursos para voluntários.Unidos faremos um mundo mais humano.....
TEMAS PARA REFLEXÃO
O sentimento da rejeição

O sentimento da rejeição

Um dos mais terríveis sentimentos experimentados pelo ser humano é o de rejeição. Todos, em algum momento de nossas vidas o vivenciamos em algum grau. Consiste em sentir-se não querido, não amado, não aceito, preterido, discriminado, humilhado. Provoca sensação de abandono e de depreciação A rejeição pode ser real ou imaginária. A rejeição imaginária pode ser tão dolorosa que a rejeição real. Ocorre nos relacionamentos amorosos, na vida social, familiar ou no trabalho.

Algumas pessoas são mais sensíveis a esse sentimento. Muitas vezes basta um estímulo pouco significativo para sensibilizar uma personalidade já predisposta, que o interpreta como uma rejeição de fato. Habitualmente são pessoas com baixa auto-estima ou que sofreram em situações anteriores. São afetivamente carentes e apresentam maior vulnerabilidade, já que desejam amor e aceitação a qualquer preço. Uma critica pode significar humilhação e um pedido imposição.

Nas relações amorosas a sensação de rejeição pode precipitar sérias conseqüências. Ao iniciar um relacionamento o medo da rejeição é normal. Na medida em que a relação progride essa insegurança diminui. Porém, em pessoas predispostas, ocorre o inverso. O medo da rejeição leva à necessidade insaciável de segurança e tem o mesmo efeito da rejeição real. Como conseqüência, seu comportamento se molda de modo a gerar raiva em seu parceiro. A todo o momento tem de ser ressegurado do afeto do outro. Um detalhe, um tom de voz, uma resposta que ache evasiva, mobiliza o sentido de perda e abandono. Quando não está junto, sente dúvidas sobre os sentimentos do outro. A insegurança reforça o sentimento de rejeição e o sentimento de rejeição reforça a insegurança. Parece emitir a mensagem “faça o que quiser, mas não me abandone”, num constante estado de alerta a qualquer nuance que lhe soe rejeição. Finalmente a profecia se auto realiza. O relacionamento termina. A obsessiva solicitação, a desconfiança, o ciúme, acabam sufocando o parceiro que põe fim à situação.

Para qualquer um, o término de um relacionamento é desagradável. Pessoas emocionalmente maduras lamentam a perda, mas tocam suas vidas. Pessoas imaturas, com baixa auto-estima, resistem à perda, reagem a ela como se perdessem a si mesmas e não ao outro. O amor próprio, já precário é ferido e agora ela “quer porque quer” a volta do ser amado. Afinal, ela (e) é sua tábua de salvação, o “grande amor de sua vida!”.

A sensação crônica de rejeição leva à ansiedade, raiva, depressão, ao ciúme patológico e a pessoa pode procurar o lenitivo no álcool, droga ou comida. Em casos extremos pode levar ao suicídio ou homicídio.

Diferentemente do que pensam essas pessoas, a cura não é “encontrar um grande amor de suas vidas”. Só isso seria procurar mais motivos para se sentirem rejeitadas. Mas, encontrar a si mesmas, num trabalho de resgate da auto-estima que possibilitasse amar a si mesma para poder amar e ser amada pelo outro.

Autoria Desconhecida
EVENTOS
DATA E LOCAL DA REALIZAÇÃO:
01 de Maio de 2026, às 13 hs - 17 hs
ATENDIMENTO :

Domingo à sexta das :

13 h. às 17 h.


 
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