Amor, ódio, tristeza, alegria, solidão, raiva,
angustia, frustração ansiedade, paixão
.......e tantos outros....
Nossos sentimentos são muitos e, as vezes, tão
confusos que nos perdemos. Mas quais são os mais importantes
?
Todos são extremamente importantes, pois somos seres
humanos e os sentimentos; precisamos apenas aprender a trabalhar
com eles.
Precisamos viver cada minuto com a certeza que este minuto,
não voltará nunca mais. Cada momento deve ser
valorizado por ser único e bem aproveitado. Devemos
sentir e trabalhar nossos sentimentos como eles nos surgem
e de alguma forma não despreza – los.
Muitas vezes a tristeza nos sufoca e parece que vamos explodir,
outras vezes, a alegria nos invade e, não temos com
quem dividi-las.
É sempre bom partilhar nossos sentimentos, sejam eles
de alegria ou tristeza, pois precisamos de carinho e apoio
das pessoas. Precisamos todos um do outro, trocando experiências
e vivências.
Hoje em dia, a correria pela sobrevivência, não
nos permite ver que ao nosso lado as pessoas estão
precisando de uma palavra, um gesto, um carinho.
Nós, voluntários do Samaritanos Penha, nos unimos
com a intenção de dar a essas pessoas que precisam
partilhar seus sentimentos, um pouco de atenção,
carinho e respeito.
Sabemos que todos estão sempre ocupados e sem ninguém
para ouvi - luz e por isso, estamos disponíveis para
dividir suas emoções quando vocês precisarem.
Teremos um grande prazer em partilhar esses momentos com vocês.
Liguem quando quiserem ou venham nos conhecer e participar
de nossos cursos para voluntários.Unidos faremos um
mundo mais humano.....
TEMAS PARA REFLEXÃO
A arte de formar caracteres
A prática e as pesquisas realizadas por psicólogos demonstram a necessidade de se repensar a questão da educação dos filhos.
Depois que as experiências provaram que o método do autoritarismo, aplicado por nossos pais, estava ultrapassado e de certa forma ineficiente, optou-se por outro método menos eficaz e até danoso: o da "liberdade sem responsabilidade".
Considerada por alguns psicólogos como prejudicial ao desenvolvimento sadio da criança, a palavra "não" foi banida do vocabulário de muitos pais, que hoje amargam profundamente a total falta de controle sobre a prole.
Sem examinar a questão com mais cuidado, os pais modernos aceitaram a filosofia do "tudo pode", não levando em conta a necessidade de se estabelecer limites para que haja harmonia dentro do lar.
Depois de perder o controle da situação, muitos apelaram para outro método desastroso: o da barganha.
Impotentes diante da teimosia dos filhos, criados sem as normas básicas de disciplina, os pais se perdem nos labirintos das "compensações", em que tudo é negociado.
Se é hora de ir para a cama e o filho não obedece, a mãe logo lança mão de algum motivo para a "negociata": "se você for dormir a mamãe deixa você jogar aquela fita de "game" violenta, que você tanto gosta".
Nesse caso bastaria que a mãe, consciente da sua missão de educadora, tomasse seu filhos pela mão e o conduzisse com carinho e firmeza para a cama.
Ou, ainda, se é hora do banho e o "anjinho" faz corpo mole, a mãe logo faz outro "trato", esquecendo-se de que quando mais se negocia com a criança, mais ela exigirá para cumprir sua obrigação.
Alguns psicólogos defendem a volta do autoritarismo na educação dos filhos, mas isso já ficou provado que não dá bons resultados. Seria "domesticação" ao invés de educação.
Considerando-se que a educação, é a arte de formar caracteres, temos de convir que a barganha somente servirá para "deformar" os caracteres dos nossos educandos.
Ademais, se levarmos em conta que nossos filhos são espíritos encarnados que vêm do espaço para progredir, trazendo em si mesmos as experiências de outras existências, boas ou não, entenderemos que a grande missão dos pais é conhecer-lhes a intimidade a ajudá-los a caminhar para Deus.
Nossos filhos são seres inteligentes, que não aceitam somente um "não" como resposta. Eles merecem e precisam de uma explicação coerente. Não falamos de justificativas, mas de diálogo.
Se existe um horário para dormir, se é preciso tomar banho, se não podemos comprar este ou aquele brinquedo, a criança tem o direito de saber porque.
Dizendo, por exemplo, que não compramos o brinquedo que ela tanto queria porque o orçamento não comporta, ela entenderá, ao passo que se dissermos um "não" somente, ela ficará revoltada, pensando que não compramos por má vontade.
Tudo isso requer muito investimento, que não quer dizer "perda de tempo", como muitos pais afirmam. Investimento de tempo, paciência, afeto e carinho. A tarefa não é tão difícil e certamente é mais eficaz.
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Santo Agostinho fez a seguinte advertência em o Evangelho Segundo o Espiritismo: "lembrai-vos de que a cada pai e a cada mãe perguntará Deus: que fizestes do filho confiado à vossa guarda?
Se por culpa vossa ele se conservou atrasado, tereis como castigo vê-lo entre os espíritos sofredores, quando de vós dependia que fosse ditoso."
Pense nisso !